Relendo minhas escrituras percebi um tom de instinto piedoso. Não me entendam mal. Ninguém de perto é normal e por falta de um terapeuta para desaguar meus mares de rancores, despejo aqui, neste ambiente minhas frustrações, medos, traumas, anseios e segredos.
Já recebi críticas por estar abrindo a alma, mas há um sentimento que me impele e vou seguir meu coração. Até me sinto mais leve. rsss
Quem não gostar, não goste. Cada um com seus problemas.
Então, não escrevi para inspirar piedade pura e simplesmente. Quem convive comigo sabe que não sou uma pessoa amargurada, ao contrário: sou pra cima, alto astral, solidária, gosto de abraçar, beijar, colaborar. Sou "leve".
Mas sou o que sou por causa da minha história. Derramando essas lágrimas presas há tanto tempo consigo passar pelo processo de catarse e curar minhas neuras de uma forma deliciosamente perigosa e sadia. Perigosa porque estou falando de terceiros também, e deliciosa porque posso reler minha história com um novo olhar e talvez entender agora o que antes eu não entendia (ou não entendo...).
Então por favor, leiam sem moderação.
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